segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

O Elefante e o Salário dos Políticos rv 03

Nas reuniões gerais que realizamos na nossa fábrica, não por acaso chamada Ribasa – www.ribasa.com.br, sempre utilizando a nossa Filosofia como pano de fundo, eu costumo utilizar uma citação que considero importante para a compreensão da nossa proposta filosófica:  “Você não consegue mudar o mundo, apenas você mesmo. Mas quando você muda,  o mundo todo também muda com você!”.

Hoje mesmo podemos ler na Internet, nas chamadas principais, a reportagem que trata dos jovens que subiram a rampa do Palácio do Planalto para uma manifestação contra o aumento do salário dos políticos e a favor de um aumento maior para o salário mínimo. Este assunto já foi tema de artigo aqui no blog no último dia 17 “Você e o salário dos políticos”, e aproveitando a volta do assunto aos noticiários, quero demonstrar a forma como a Filosofia Ribasa aborda a questão, invertendo a perspectiva.

Vendo a fotografia dos estudantes sentados na rampa do Palácio do Planalto, voltei no tempo e lembrei de 1978, ano em que como estudante da PUC do Rio de Janeiro, participei ativamente das manifestações contra a Ditadura Militar. Tínhamos um comitê de coordenação que se reunia antes de cada passeata, reuniões nas quais éramos orientados sobre os procedimentos a serem adotados frente ao embate com as forças de repressão, que naquela época ainda agiam de forma ostensiva e muitas vezes violenta.

Lembro que em uma destas reuniões participaram alguns trabalhadores, que em determinado momento nos questionaram sobre a nossa postura como estudantes. Não lembro exatamente  das palavras que foram utilizadas, mas jamais esquecerei o impacto do que ouvi naquele dia. Segundo os trabalhadores, apesar do nosso enstusiasmo e adesão à causa, tudo indicava que em algum momento da história nós iríamos novamente estar em posições opostas, ou seja, segundo os trabalhadores, defendendo o arrocho salarial e atuando em causa própria.

E este filme voltou a minha lembrança quando li a reportagem sobre os jovens na rampa. Eu me perguntei sobre os Petistas que estão no Congresso nesta legislatura, engravatados, e que votaram pelo aumento de seus salários em 62%, mantendo muito longe deste percentual o aumento para o salário mínimo. Quantos deles, será, estiveram engajados nos movimentos estudantis contra a ditadura nos idos de 1978? Por que será que hoje sequer aparecem na foto da rampa novamente cheia de estudantes? E, por último, quantos destes estudantes que agora subiram as rampas, no futuro estarão sentados nas mesmas cadeiras confortáveis do Congresso, planalto daqui a alguns anos, votando seus próprios absurdos aumentos salariais?

Novamente, como já escrito no artigo do último dia 17, a nossa revolta é provavelmente muito mais pela falta de oportunidade do que efetivamente oposição ao fato em si. Em outras palavras, muitos de nós se sentados nas cadeiras confortáveis do congresso, votaríamos sim pelo aumento de 62% dos próprios salários. Que o diga o Tiririca!

A Filosofia Ribasa, e isto é parte fundamental do "novo" Elefante, aquele da sala escura de que falamos no último artigo, preconiza que o foco de todo o pensamento seja referenciado a si mesmo, de forma muito direta e simples. Ainda que o mundo seja o espelho no qual devemos nos enxergar, ou seja, origem das nossas reflexões, como estas sobre os salários, é preciso que nunca deixemos de ser pessoalmente o foco do nosso pensar, refletir e agir. Devemos lembrar, como dito acima, que é mudando a nós mesmos que estaremos mudando o mundo, não só na percepção que teremos dele, mas na sua prática, estabelecendo condições para um novo padrão de conduta. Se aqueles jovens que hoje sentaram na rampa do Palácio do Planalto, assim se acostumarem a agir, certamente terão outra atitude no futuro. E o mundo será diferente.

Alguns exemplos que praticamos aqui na Ribasa:
- O menor salário da Empresa é de R$ 1.000,00. O maior, na mesma base, não chega a R$ 5.000,00, ou seja, menos do que 05 vezes o menor. E ano a ano estamos diminuindo esta distância;
- Não existe terceirização nem dos serviços de segurança, nem de limpeza. Apenas as refeições são feitas em restaurante conveniado ao PAT – Programa de Alimentação do Trabalhador;
- Os seguros de vida em grupo beneficiam igualmente trabalhadores, em todos os níveis, e Diretoria. Não existem diferenças.
- No nosso Plano de Participação nos Resultados - PPR, que foi elaborado com a participação efetiva dos trabalhadores, e que será implantado ainda durante o primeiro semestre de 2011, se possível, um dos pontos fundamentais do Plano garante que quanto menor o salário do colaborador, maior a participação percentual deste no bolo acumulado por todos.

Abraços

Walter

sábado, 25 de dezembro de 2010

A Sala e o Elefante rv 05

Imagine que você seja levado a uma sala escura, muito grande. E que nesta, bem ao centro, você encontre um animal, um elefante. Imagine que você nunca tenha ouvido falar ou tenha lido ou sequer visto uma fotografia de um elefante, não tendo portanto a noção de como ele se parece. Na escuridão total, sem qualquer luminosidade, você terá a sua disposição apenas os seus sentidos do olfato, tato e audição. Na sala, com muitas entradas, você caminha cuidadosamente em direção ao centro, até alcançar o animal. Neste ponto, utilizando os sentidos disponíveis, você tenta "descobrir" este animal, para aos poucos montar uma imagem completa dele. Você consegue perceber a dificuldade do desafio? Suponha que você inicie tocando a tromba dele. Qual seria a sua impressão?

Por outro lado, você não entra na sala totalmente desprovido de ferramentas que possam auxiliá-lo nesta tarefa. Um conjunto de experiências prévias constituem sua bagagem,  as ferramentas com as quais você pode contar para construir a imagem do animal que você busca conhecer. É assim que funciona no nosso dia a dia o processo do aprendizado. De um modo geral sempre encaramos o "novo" com os olhos do "velho". 

Tenho sido questionado por aqueles que leram os primeiros artigos do meu blog  sobre a Filosofia Ribasa. De que forma as idéias apresentadas estão inseridas dentro da Filosofia e em últimas palavras, o que é esta Filosofia? Diante dos questionamentos e como já era minha intenção, considero oportuno discorrer um pouco sobre o momento especial que vivemos na atualidade, cenário dentro do qual se desenvolveu e desenvolve a Filosofia Ribasa.

E para apresentação da Filosofia, vamos lançar mão justamente da técnica que conhecemos como a “Sala do Elefante”, em parte descrita acima. Não será, portanto, uma apresentação tradicional, baseada unicamente em conceitos. Vamos proceder como na montagem de um quebra cabeças, rearranjando peças, na maioria conhecidas de todos, acrescentando aos poucos outras, como a tromba do elefante, o novo na receita deste animal. Em outras palavras, o nosso “elefante” será diferente dos já conhecidos por você, exigindo um esforço maior da sua parte.

Mas o desvelar da Filosofia Ribasa terá outra característica fundamental. Aos poucos ele iluminará e dará nova inteligibilidade à vida dos que mergulharem na Sala Escura do Elefante, disponibilizando novas ferramentas para realização destes como seres humanos. Vamos utilizar o antigo para construir o novo. Mas “...não podemos aterrissar o nosso avião para o conserto, precisamos reconstruí-lo em vôo”, como dizia um amigo meu, Presidente de uma empresa em crise na qual trabalhamos juntos.

E acredite, nossa capacidade para o novo é bastante limitada, por mais abertos que nos imaginemos. Quer um exemplo? Nesta última semana, canal GNT, um documentário alemão chamado “Vivendo de Luz” - “Am Anfang war das Licht”, apresentou de forma sistemática uma realidade muito estranha para todos nós, se considerado o nível de conhecimento que compartilhamos, tanto comum quanto científico. Em trabalho bem conduzido, inclusive com diversos depoimentos de cientistas, o documentário apresenta casos de pessoas que vivem sem comer e sem beber, ou seja, pessoas que vivem apenas da ENERGIA da LUZ. E quando afirmam sem beber e sem comer, a afirmação é radical, sem ingestão de qualquer líquido.

Mas este estado de ser, segundo o documentário, não é decorrência do que costumamos chamar de milagre. O documentário apresenta técnicas, algumas milenares, que ainda são utilizadas, entre elas o Bi Gu Chinês. Em função desta aplicação, segundo consta,  cerca de 20.000 pessoas vivem atualmente no mundo desta forma, ou seja, apenas da energia da LUZ.

A maior parte dos defensores da ciência, é claro, se coloca radicalmente contra esta possibilidade, qualificando o documentário como um grande embuste. E qual será a razão para tão forte negação? Por razões de sobrevivência e equilíbrio psíquico, cada um de nós defende de forma intransigente os fundamentos da sua própria existência. O caos potencial do novo, principalmente quando tão radical, gera uma situação com a qual a ciência não conseguiria sobreviver. Tudo em nossas vidas segue o princípio da evolução, do velho para o novo, de forma controlada. Não existe, em nenhuma área, abertura para este tipo de radicalidade, razão pela qual as revoluções radicais nos assombram e amedrontam.

Mas por outro lado temos que entender também a razão pela qual o documentário conquistou espaço para sua exibição pública, iniciada no último dia 26/10/2010, nos cinemas da Alemanha – www.licht-derfilm.de. Assim como já aconteceu inúmeras vezes durante a história da humanidade, podemos afirmar que nós vivemos atualmente em um mundo em crise profunda. E é justamente nestes momentos que as pessoas se tornam mais sensíveis a novos impactos, novas idéias e possibilidades. Este é o caso do documentário citado.

Por estarmos vivendo uma crise, a idéia é que a Filosofia Ribasa sensibilize as pessoas e seja construída interiormente a partir do que estas conhecem e viveram. Aos poucos vamos apresentar nosso “elefante”, de diferentes ângulos. Na escuridão da sala, espero que cada um consiga iluminar sua busca e suas ansiedades, instrumentalizando a vida para a realização do novo, aquele que vai aglutinar todos novamente em torno de um conjunto de promessas positivas para o mundo.

Um Feliz Natal a todos!

Walter

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Sustentabilidade rv 03

A última edição da Revista Veja, de 22 de dezembro de 2010, traz como presente especial para seus assinantes a Edição Veja Sustentável, que aborda a questão ambiental sob a perspectiva da sustentabilidade, conceito que faz convergir todas as preocupações que estão envolvidas com o futuro da existência humana sobre o planeta.

Tratada a partir de diversos ângulos nos seus vários artigos, que deixam como conjunto uma leve mas indelével sensação de impotência, a questão da sustentabilidade mostra-se como assunto de extrema complexidade. De certa forma ela representa um desafio que exige uma revisão, ou melhor, uma revolução na maneira como a nossa cultura encara a vida humana, ou seja, um movimento que represente mais do que uma simples uma evolução do modelo atual.

Neste sentido chama atenção pela sua clareza na abordagem do tema, o artigo “Sustentabilidade ou colapso”, escrito por Robert Constanza e Joshua Farley. Para eles, a sustentabilidade não é alternativa, mas sim condição para que possamos dar seguimento à experiência humana sobre o planeta, sob pena de termos que nos confrontar com um colapso de dimensões globais e de conseqüências catastróficas para a humanidade. 

A revolução da visão que levará à sustentabilidade, segundo os autores, implica em uma profunda revisão dos conceitos da economia, incluso o de desenvolvimento. A falta de novas propostas para estes conceitos fundamentais, portanto, pode explicar a razão pela qual não conseguimos enxergar como efetivas as experiências apresentadas na Edição Especial da Revista Veja.

Em outras palavras, aparentemente estamos tratando apenas os efeitos de um problema muito complexo com ferramentas inadequadas, ou seja, estamos diante de um dilema, qual seja, o de sermos capazes de diante dos interesses que dominam o mundo atual e a realidade de cada um de nós, efetivamente sermos capazes de dar novo tratamento a pontos que dão sustentação ao modelo atual de mundo. 

No entanto, a perspectiva de solução positiva para este desafio não é nada promissora. A história mostra que de um modo geral as civilizações ou culturas não conseguiram superar as contradições que jaziam intrínsecas em seus paradigmas de sustentação. Escondidas pelas promessas que agregavam seus seguidores, estas contradições, entendidas muitas vezes apenas como simples efeitos colaterais não desejáveis do sistema, com o desenrolar do tempo se transformaram em monstros indomáveis, levando-as a derrocada, muitas vezes de forma rápida e geralmente radical. 

Neste sentido, o artigo citado aborda mesmo que superficialmente, alguns conceitos muito importantes. Diz o autor que em termos de consumo, “a economia brasileira terá que crescer mais de dez vezes para atingir o nível dos países mais ricos”. Por outro lado, diz que em termos de felicidade e satisfação, pesquisas “mostram que em termos de qualidade de vida, o Brasil já é um dos países mais “ricos”, ao lado dos Estados Unidos e das nações européias.” Esta constatação já é suficiente para darmos início a um questionamento muito profundo sobre o mundo em que vivemos, suas promessas, sua dinâmica, e principalmente, seus fundamentos. Qual é efetivamente o conjunto de princípios que pode nos reconduzir a uma relação positiva e harmoniosa com o planeta e nosso futuro comum? 

É com este foco que temos trabalhado no caminho da FILOSOFIA RIBASA, ou seja, na possibilidade de construção de um mundo fundamentado em novos princípios. O desafio, no entanto, é verificar a possibilidade de se poder construir um novo paradigma sem que tenhamos que passar pelo desastre do anterior, o atual. O conhecimento que temos hoje do passado, em todas as suas dimensões é tal que deveríamos ter a capacidade de interromper esta seqüência de construção e destruição. Mas esta é a grande questão, o grande desafio.

Na Ribasa, empresa em que estamos buscando uma nova forma de convivência, temos assistido a muitos milagres no dia a dia, realizados a nível individual. Cumprimos e não podemos fugir dos parâmetros exigidos pelo mundo dos negócios, mas de fato, silenciosamente, estamos tentando estabelecer as bases para uma revolução silenciosa, que transformará as pessoas e por decorrência, o mundo. 

Novamente, mesmo com a perspectiva não promissora, já que vivemos um mundo que é um verdadeiro rolo compressor, nós acreditamos que podemos sim colaborar para o estabelecimento das bases para um novo paradigma, apenas mais um, mas que, se possível, representará passo importante para o desenvolvimento positivo da nossa espécie sobre o nosso pequeno planeta Terra.

Abraços 

Walter

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Você e o salário dos Políticos rv 05

No apagar das luzes de 2010, em trâmite realmente digno do mais alto padrão de eficiência, o Legislativo realizou mais uma de suas grandes façanhas, como sempre, orquestrada em causa própria. Provavelmente a rapidez do processo bem como a escolha do momento tiveram por motivação a expectativa de não chamar a atenção do grande público, neste momento envolto com as festividades de Natal e Ano Novo. Temos também que considerar o envolvimento de todos com os naturais agitos de verão, que por enquanto teima em se mostrar chuvoso.

Ledo engano, afinal o Tiririca estava lá para acabar com a festa na calada da noite. "Acho bacana, acho legal", afirmou em rede nacional para uma emissora de televisão. "Cheguei em um bom dia, dei sorte!". De fato, ele é um homem de sorte. Afinal, antes mesmo de assumir o seu mandato, o primeiro, já teve o seu salário reajustado em 62%, passando de R$ 16,5 mil para R$ 26,7 mil. Quem não gostaria de um "presente" deste tipo as vésperas do Natal. O Presidente Lula, em cerimônia realizada após o feito, com bom humor reclamou do fato, dizendo que o "Lulinha aqui, nada!", ou seja, ficou fora da festa.

O fato é que poucos são os privilegiados que podem legislar em causa própria de forma tão ostensiva. Não é a toa que muitos brasileiros sonham com um cargo político ou então com um emprego público, já que como é previsto, para estes últimos a "festa" dos caciques deve se espraiar, desencadeando aumentos em cascata em toda pirâmide do serviço público. E quem vai pagar a conta? Nós, meros humanóides, provavelmente de segunda categoria.

Apesar de nossa possível revolta, o fato, podemos ponderar, pode representar muito mais do que um desvio de caráter daqueles que ocupam atualmente o Legislativo brasileiro. Afinal, seguem-se as legislaturas, trocam-se os parlamentares, mas mantém-se as mesmas práticas no trato do dinheiro público, práticas que tanto afrontam o povo brasileiro. Se este é o fato, ou seja,  a  generalidade e perpetuação das práticas, podemos supor que trata-se de um problema que potencialmente atinge a todos nós. Se verdadeira a tese, a afronta que atinge todo o povo brasileiro está muito mais relacionada ao que falta a todos nós, ou seja, a "oportunidade" única concedida aos políticos, qual seja, o de poderem legislar em causa própria.

Como preconiza a Filosofia Ribasa, os fatos tem que ser analisados frente a nossa própria realidade pessoal. Nesta perspectiva, o mundo passa a ser o exercício das nossas possiblidades, ainda que vividas por terceiros. Façamos então um exercício: vamos supor que cada um de nós tenha sido, assim como o Tiririca, num lance desvairado do destino, eleito para ocupar uma cadeira no Congresso Nacional, na Câmara dos Deputados. Diante deste fato vamos ponderar: será que nós seríamos capazes de apresentar um projeto que propusesse o aumento salarial que foi concedido para o Legislativo? Pondere no seu íntimo, você se exporia publicamente para propor este projeto? Não? E supondo que você não oferecesse seu nome para propor o projeto, considerando a necessidade de apenas um voto rápido, o seu, em meio ao grande número de Deputados, na calada da noite, no final do ano legislativo, você votaria contra ou a favor do aumento do seu salário, logo na sua primeira sessão? Você rejeitaria a oferta ou oportunidade de ter o seu salário aumentado de R$ 16,5 mil para R4 26,7 mil? Sim? Provavelmente muitos usariam como justificativa o velho ditado que diz que uma andorinha solitária não faz verão...

Indo além deste fato, exercite um pouco mais nesta mesma linha de reflexão. Busque na memória situações similares: quantas vezes o grupo ou o anonimato constituiram o cenário para atitudes que você publicamente não assumiria de forma isolada? Você consegue fazer um lista, buscar na memória situações concretas da sua vida?

As nossas críticas muitas vezes são dirigidas contra nossas próprias atitudes, reais ou potenciais, sendo a diferença do agir ou não agir muito mais questão de oportunidade do que de alguma diferença substancial de caráter entre as pessoas em algum momento da história. E se assim é, qual o mecanismo que nos leva a este estado de ser, como podemos ultrapassá-lo, e o que nos esperaria em um mundo diferente? Para estas perguntas a Filosofia Ribasa apresenta uma série de respostas que pouco a pouco vamos apresentar neste blog.

Abraços

Walter