Imagine que você seja levado a uma sala escura, muito grande. E que nesta, bem ao centro, você encontre um animal, um elefante. Imagine que você nunca tenha ouvido falar ou tenha lido ou sequer visto uma fotografia de um elefante, não tendo portanto a noção de como ele se parece. Na escuridão total, sem qualquer luminosidade, você terá a sua disposição apenas os seus sentidos do olfato, tato e audição. Na sala, com muitas entradas, você caminha cuidadosamente em direção ao centro, até alcançar o animal. Neste ponto, utilizando os sentidos disponíveis, você tenta "descobrir" este animal, para aos poucos montar uma imagem completa dele. Você consegue perceber a dificuldade do desafio? Suponha que você inicie tocando a tromba dele. Qual seria a sua impressão?
Por outro lado, você não entra na sala totalmente desprovido de ferramentas que possam auxiliá-lo nesta tarefa. Um conjunto de experiências prévias constituem sua bagagem, as ferramentas com as quais você pode contar para construir a imagem do animal que você busca conhecer. É assim que funciona no nosso dia a dia o processo do aprendizado. De um modo geral sempre encaramos o "novo" com os olhos do "velho".
Tenho sido questionado por aqueles que leram os primeiros artigos do meu blog sobre a Filosofia Ribasa. De que forma as idéias apresentadas estão inseridas dentro da Filosofia e em últimas palavras, o que é esta Filosofia? Diante dos questionamentos e como já era minha intenção, considero oportuno discorrer um pouco sobre o momento especial que vivemos na atualidade, cenário dentro do qual se desenvolveu e desenvolve a Filosofia Ribasa.
E para apresentação da Filosofia, vamos lançar mão justamente da técnica que conhecemos como a “Sala do Elefante”, em parte descrita acima. Não será, portanto, uma apresentação tradicional, baseada unicamente em conceitos. Vamos proceder como na montagem de um quebra cabeças, rearranjando peças, na maioria conhecidas de todos, acrescentando aos poucos outras, como a tromba do elefante, o novo na receita deste animal. Em outras palavras, o nosso “elefante” será diferente dos já conhecidos por você, exigindo um esforço maior da sua parte.
Mas o desvelar da Filosofia Ribasa terá outra característica fundamental. Aos poucos ele iluminará e dará nova inteligibilidade à vida dos que mergulharem na Sala Escura do Elefante, disponibilizando novas ferramentas para realização destes como seres humanos. Vamos utilizar o antigo para construir o novo. Mas “...não podemos aterrissar o nosso avião para o conserto, precisamos reconstruí-lo em vôo”, como dizia um amigo meu, Presidente de uma empresa em crise na qual trabalhamos juntos.
E acredite, nossa capacidade para o novo é bastante limitada, por mais abertos que nos imaginemos. Quer um exemplo? Nesta última semana, canal GNT, um documentário alemão chamado “Vivendo de Luz” - “Am Anfang war das Licht”, apresentou de forma sistemática uma realidade muito estranha para todos nós, se considerado o nível de conhecimento que compartilhamos, tanto comum quanto científico. Em trabalho bem conduzido, inclusive com diversos depoimentos de cientistas, o documentário apresenta casos de pessoas que vivem sem comer e sem beber, ou seja, pessoas que vivem apenas da ENERGIA da LUZ. E quando afirmam sem beber e sem comer, a afirmação é radical, sem ingestão de qualquer líquido.
Mas este estado de ser, segundo o documentário, não é decorrência do que costumamos chamar de milagre. O documentário apresenta técnicas, algumas milenares, que ainda são utilizadas, entre elas o Bi Gu Chinês. Em função desta aplicação, segundo consta, cerca de 20.000 pessoas vivem atualmente no mundo desta forma, ou seja, apenas da energia da LUZ.
A maior parte dos defensores da ciência, é claro, se coloca radicalmente contra esta possibilidade, qualificando o documentário como um grande embuste. E qual será a razão para tão forte negação? Por razões de sobrevivência e equilíbrio psíquico, cada um de nós defende de forma intransigente os fundamentos da sua própria existência. O caos potencial do novo, principalmente quando tão radical, gera uma situação com a qual a ciência não conseguiria sobreviver. Tudo em nossas vidas segue o princípio da evolução, do velho para o novo, de forma controlada. Não existe, em nenhuma área, abertura para este tipo de radicalidade, razão pela qual as revoluções radicais nos assombram e amedrontam.
Mas por outro lado temos que entender também a razão pela qual o documentário conquistou espaço para sua exibição pública, iniciada no último dia 26/10/2010, nos cinemas da Alemanha – www.licht-derfilm.de. Assim como já aconteceu inúmeras vezes durante a história da humanidade, podemos afirmar que nós vivemos atualmente em um mundo em crise profunda. E é justamente nestes momentos que as pessoas se tornam mais sensíveis a novos impactos, novas idéias e possibilidades. Este é o caso do documentário citado.
Por estarmos vivendo uma crise, a idéia é que a Filosofia Ribasa sensibilize as pessoas e seja construída interiormente a partir do que estas conhecem e viveram. Aos poucos vamos apresentar nosso “elefante”, de diferentes ângulos. Na escuridão da sala, espero que cada um consiga iluminar sua busca e suas ansiedades, instrumentalizando a vida para a realização do novo, aquele que vai aglutinar todos novamente em torno de um conjunto de promessas positivas para o mundo.
Um Feliz Natal a todos!
Walter
Por outro lado, você não entra na sala totalmente desprovido de ferramentas que possam auxiliá-lo nesta tarefa. Um conjunto de experiências prévias constituem sua bagagem, as ferramentas com as quais você pode contar para construir a imagem do animal que você busca conhecer. É assim que funciona no nosso dia a dia o processo do aprendizado. De um modo geral sempre encaramos o "novo" com os olhos do "velho".
Tenho sido questionado por aqueles que leram os primeiros artigos do meu blog sobre a Filosofia Ribasa. De que forma as idéias apresentadas estão inseridas dentro da Filosofia e em últimas palavras, o que é esta Filosofia? Diante dos questionamentos e como já era minha intenção, considero oportuno discorrer um pouco sobre o momento especial que vivemos na atualidade, cenário dentro do qual se desenvolveu e desenvolve a Filosofia Ribasa.
E para apresentação da Filosofia, vamos lançar mão justamente da técnica que conhecemos como a “Sala do Elefante”, em parte descrita acima. Não será, portanto, uma apresentação tradicional, baseada unicamente em conceitos. Vamos proceder como na montagem de um quebra cabeças, rearranjando peças, na maioria conhecidas de todos, acrescentando aos poucos outras, como a tromba do elefante, o novo na receita deste animal. Em outras palavras, o nosso “elefante” será diferente dos já conhecidos por você, exigindo um esforço maior da sua parte.
Mas o desvelar da Filosofia Ribasa terá outra característica fundamental. Aos poucos ele iluminará e dará nova inteligibilidade à vida dos que mergulharem na Sala Escura do Elefante, disponibilizando novas ferramentas para realização destes como seres humanos. Vamos utilizar o antigo para construir o novo. Mas “...não podemos aterrissar o nosso avião para o conserto, precisamos reconstruí-lo em vôo”, como dizia um amigo meu, Presidente de uma empresa em crise na qual trabalhamos juntos.
E acredite, nossa capacidade para o novo é bastante limitada, por mais abertos que nos imaginemos. Quer um exemplo? Nesta última semana, canal GNT, um documentário alemão chamado “Vivendo de Luz” - “Am Anfang war das Licht”, apresentou de forma sistemática uma realidade muito estranha para todos nós, se considerado o nível de conhecimento que compartilhamos, tanto comum quanto científico. Em trabalho bem conduzido, inclusive com diversos depoimentos de cientistas, o documentário apresenta casos de pessoas que vivem sem comer e sem beber, ou seja, pessoas que vivem apenas da ENERGIA da LUZ. E quando afirmam sem beber e sem comer, a afirmação é radical, sem ingestão de qualquer líquido.
Mas este estado de ser, segundo o documentário, não é decorrência do que costumamos chamar de milagre. O documentário apresenta técnicas, algumas milenares, que ainda são utilizadas, entre elas o Bi Gu Chinês. Em função desta aplicação, segundo consta, cerca de 20.000 pessoas vivem atualmente no mundo desta forma, ou seja, apenas da energia da LUZ.
A maior parte dos defensores da ciência, é claro, se coloca radicalmente contra esta possibilidade, qualificando o documentário como um grande embuste. E qual será a razão para tão forte negação? Por razões de sobrevivência e equilíbrio psíquico, cada um de nós defende de forma intransigente os fundamentos da sua própria existência. O caos potencial do novo, principalmente quando tão radical, gera uma situação com a qual a ciência não conseguiria sobreviver. Tudo em nossas vidas segue o princípio da evolução, do velho para o novo, de forma controlada. Não existe, em nenhuma área, abertura para este tipo de radicalidade, razão pela qual as revoluções radicais nos assombram e amedrontam.
Mas por outro lado temos que entender também a razão pela qual o documentário conquistou espaço para sua exibição pública, iniciada no último dia 26/10/2010, nos cinemas da Alemanha – www.licht-derfilm.de. Assim como já aconteceu inúmeras vezes durante a história da humanidade, podemos afirmar que nós vivemos atualmente em um mundo em crise profunda. E é justamente nestes momentos que as pessoas se tornam mais sensíveis a novos impactos, novas idéias e possibilidades. Este é o caso do documentário citado.
Por estarmos vivendo uma crise, a idéia é que a Filosofia Ribasa sensibilize as pessoas e seja construída interiormente a partir do que estas conhecem e viveram. Aos poucos vamos apresentar nosso “elefante”, de diferentes ângulos. Na escuridão da sala, espero que cada um consiga iluminar sua busca e suas ansiedades, instrumentalizando a vida para a realização do novo, aquele que vai aglutinar todos novamente em torno de um conjunto de promessas positivas para o mundo.
Um Feliz Natal a todos!
Walter
Comentário postado originalmente no blog do uol e copiado para este:
ResponderExcluirParabéns ,ótimo texto muito esclarecedor. Neste mundo , tão desafiador alguns, nao so cientistas, teimam em não acreditar em nada mesmo, que não seja real, palpavel e antidepressivo...rsrsrsrs! Porém na Ribasa temos a prova de que com o trabalho realizado é possivel a criação do tão esperado mundo novo. Mundo esse, que nós, com todo o desenvolvimento, dedicação e trabalho , já estamos percebendo as infinitas possibilidades deste e começando a navegar nessas águas, ainda atribuladas.
Silvia | silvia@ribasa.com.br | 25/12/2010 17:20
Comentário postado originalmente no blog do uol e copiado para este:
ResponderExcluirComo sempre o Sr. consegue nos mostrar uma maneira totalmente diferente e melhor de de encarar os fatos e momentos der nassas vidas....um grande abraço.
Lorian | l.scheleider@yahoo.com.br | 25/12/2010 19:04
Comentário originalmente postado no blog do uol e copiado para este
ResponderExcluirtexto,interessante concordo que com força e uniao nos conseguiremos remar sempre para o destino certo embora existam aqueles que nao sei por que querem remar para tras,mas como eu aprendi a ser sempre positivo nos com as bençaos do ser supremo"DEUS" venceremos amem...
luis alberto | luis3666@uol.com.br | 27/12/2010 12:35