No último artigo comentei sobre os destinos da Ribasa. Algumas pessoas me perguntaram sobre a razão de tê-lo feito, supondo que não houvesse justificativa para tal, afinal, segundo pensam, eu estaria expondo assuntos de ordem pessoal.
Mas a resposta para esta questão reside justamente na certeza de que nenhum de nós pode dissociar o seu desenvolvimento espiritual do cenário da sua vida diária, que inclui o trabalho, entre outros, no qual nós aplicamos grande parte das nossas energias e horas diárias.
O que foi então a experiência da Ribasa? Qual a importância da mesma? Será que ela pode apontar novas alternativas para o futuro?
As respostas a estas questões e o compartilhar da experiência que foi desenvolvida na empresa, constitui ponto fundamental para que os possíveis interessados possam entender o trabalho que será proposto através deste blog para o futuro, agora em dimensão muito mais ampla.
Assim, na medida do possível, iniciando hoje, vou compartilhar com vocês a essência da história da Ribasa em diversos artigos, que serão numerados para entendimento da sequência..
Desde de 2007, em função de uma série de fatores, eu me envolvi com a Massa Falida da Moller Metalurgica em Colombo/PR, que ao final daquele ano, com base em três Assembléias de Credores, acabamos adquirindo.
Apesar de um negócio aparentemente convencional, mesmo tratando-se da compra de uma Massa Falida, naquele momento iniciava-se uma experiência totalmente inusitada.
A empresa, que após sua aquisição passou a chamar-se RIBASA, foi palco da estruturação e exteriorização de um sistema filosófico, fruto de influências espirituais, vinculadas a mestres de vários tempos, influências estas que durante décadas foram se densificando energeticamente.
Até a compra da Ribasa todas estas forças agiam apenas a nível individual, num processo de transformação e amadurecimento pessoal muito lentos. Eu estava sendo e me preparando para o futuro. Assim, apesar de muito impactantes a nível de ser, as repercussões deste processo no coletivo, ou seja, junto às pessoas com as quais convivia foram até ali muito restritas. Em outras palavras, o mundo sempre foi fonte de inspiração em postura de assimilação e aprendizado constantes, tudo sob a luz, como já dito, de forças espirituais.
Tempo, lugar e circunstância se conjugaram de forma positiva quando a Ribasa passou a existir. Naquele momento o fluxo de energia começou a ser invertido, e eu fui designado para trazer à luz uma nova visão e possiblidade de vida para o ser humano. O fluxo se inverteu, e mesmo sendo ainda um aprendiz, a postura se transformou. Iniciou-se o tempo de agir, ainda que com toda humildade que o processo requeria e ainda requer.
E para que este sistema pudesse ser expresso, era fundamental a existência de um palco concreto de atuação, um palco no qual a vida realmente acontecesse no seu dia a dia. E foi justamente a Ribasa que se transformou neste palco, envolvendo suas dezenas de colaboradores, que em determinado momento chegaram a somar mais de 200 pessoas.
Assim, a Ribasa foi muito mais do que um negócio. Afirmo categoricamente, inclusive, que a dimensão negocial da empresa assumiu papel secundário frente à proposta Filosófica / Espiritual que foi estruturada e implantada, tendo sido nesta dimensão uma experiência extremamente vitoriosa.
É este novo sistema, apresentado com base na história da Ribasa, que quero compartilhar com vocês também!
Até
Walter
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