E aí estamos nós, frente a mais um ano novo, o de 2011. Quem diria!
Período interessante, a virada do ano é o momento em que voltamos nossas atenções ao futuro. Promessas, planos, objetivos e metas ousadas passam a ser foco das nossas preocupações. Em outras palavras, aproveitando as festas de ano novo, renovamos a intenção de assumirmos o controle sobre os rumos dos nossos destinos.
Lembro que quando criança, ao pensar no futuro, a minha matemática temporal quanto ao futuro considerava sempre o ano de 2000. Este, associado com o final dos tempos, era o limiar da minha imaginação, do meu planejamento. E ele acabou chegando, mais rapidamente do que eu imaginava, não trazendo consigo a tão sombria ameaça do fim do mundo.
Mas agora, já há alguns anos, convivemos com uma nova referência para esta possibilidade, o fim do mundo, desta feita mais exata e muito, muito mais próxima, está definido para muitos para 21 de dezembro de 2012. Com origem em evento astronômico, o alinhamento do sol com o centro da nossa Galáxia Via Láctea, fato que ocorre a cada 26 mil anos, a previsão com seus eventos associados são abordados de forma bastante heterodoxa, pois para o mesmo caldeirão de pretensa fundamentação, são trazidos indicativos do Calendário Maia, das Profecias de Nostradamus, do chamado Código Bíblico e também o do Web Bot, um projeto baseado na Internet, entre outros. Não considerando a natureza do que ocorrerá, já que não existe concordância quanto a isto, o fato é que esta previsão catalisa a percepção coletiva de que uma grande mudança é iminente.
E você, qual a sua opinião? Já pensou sobre este assunto? Você acredita e considera a hipótese de que passaremos por uma crise de dimensões globais e conseqüências catastróficas, ainda que não necessariamente no dia 21 de dezembro de 2012? Ou você acredita que serão encontradas soluções para os graves problemas que o mundo enfrenta atualmente?
Pessoalmente acredito que estamos vivendo realmente no limiar de uma grande mudança. Utilizando como analogia a trágica viagem do Titanic, acredito que apesar da mesma forma, ou seja, de já termos enxergado o iceberg no horizonte, infelizmente não conseguiremos evitar o desastre. É como se o mundo seguisse em piloto automático, com a nossa total conivência e impotência.
A analogia com o Titanic sugere também que nós, nesta etapa somos apenas passageiros quando considerado o destino do mundo. Apesar da vida efervecente dentro do navio, que se constitui quase como fim em si mesmo, nada ou quase nada é dito de forma clara e direta sobre a proximidade do desastre, ou seja, o destino do mundo. Diante dele e da grandeza da sua dimensão, somos levados a crer que trata-se apenas de turbulências normais de viagem. Portanto, vivemos com a perspectiva de dois destinos que se entrelaçam. O maior e determinante, o do mundo, e o nosso pessoal, construído dentro dos limites e de acordo com as possibilidades definidas pelo cenário maior. E esta é uma sensação que nos acompanha constantemente, ou seja, que apesar de podermos alterar em parte o nosso destino pessoal, estamos sujeitos a impactos de um destino que foge ao nosso controle. Em tempos de mares calmos, desfrutamos de tudo que o "viver no mundo" pode nos oferecer. Mas o poder do destino do mundo e seus riscos, vivenciamos apenas em tempos de mares revoltos, como os tempos de guerra e de crise, este último o nosso caso.
Num cenário mais amplo ainda, a partir do conhecimento que acumulamos pela ciência, temos que considerar outras duas dimensões, com destinos próprios, como determinantes para nossa existência. De um lado a dimensão da Terra como planeta, com seus ciclos climáticos, geológicos, magnéticos; e de outro a do Universo, também com seus ciclos de formação de galáxias, estrelas, movimentação de sóis, planetas, cometas e asteróides.
Estando todos entrelaçados, influenciando-se mutuamente, estas diferentes dimensões com seus respectivos destinos diferem basicamente quanto ao tempo de realização dos ciclos de cada uma delas, sendo o de menor duração o individual, a história de vida de cada um de nós, nada mais do que um pequeno, muito pequeno suspiro quando considerado o tempo do Universo.
Curiosamente a referência para o fim dos tempos em 21 de dezembro de 2012, considera todas estas dimensões de destino citadas, que se encadeiam e se influenciam em escala, razão provável da nossa atração por esta data. O alinhamento galáctico (destino do universo) gera impactos naturais sobre a terra (destino da terra), que aceleram a crise que atinge nossa civilização, em estágio de alta fragilidade, desestruturando o mundo como o conhecemos (destino do mundo) e por decorrência colocando em risco o destino pessoal de cada um de nós (destino individual).
Mas mesmo diante deste cenário, que pode ser percebido e entendido como apenas mais um capítulo da história da humanidade, ou pela perspectiva pessoal, como catastrófico, é quase certo que teremos o dia seguinte, mais ou menos difícil. O desafio reside em trabalharmos na construção de um novo navio (mundo), que levará a humanidade a um novo destino. Temos que estar preparados para garantir que como náufragos, mesmo diante das maiores dificuldades, seremos capazes de levar à terra firme nossos mais preciosos tesouros, que são incontáveis, frutos da ação humana durante milênios.
Algumas coisas são certas para o dia seguinte. Nós teremos de passar a existir em outra dimensão. Teremos que inverter a pirâmide, deixando de lado a nossa natureza menor, animal, passando a assumir de fato, a dimensão das possibilidades maiores da nossa existência. Teremos que harmonizar as menores ações com os maiores objetivos, enxergar a existência do ser humano dentro do cenário do Universo, harmonizando esta com tudo mais. Em outras palavras, teremos que deixar de lado a adolescência da nossa espécie para assumirmos a maturidade da humanidade, pois de fato, é extremamente limitada a perspectiva na qual vivemos atualmente, apesar de toda grandeza aparente.
Em 1994 foi encontrado na Itália um livro datado de 1629, conhecido como o Livro Secreto de Nostradamus. O livro é composto de 07 ilustrações, que segundo intérpretes, culmina com os fatos que acontecerão em 2012. Dentro da perspectiva em que entendemos o futuro, duas coisas chamam a atenção na última ilustração. De um lado, a roda do tempo, que já não tem os seus raios, e de outro, o livro da vida, já sem qualquer escrita, com as páginas em branco. No meu entender estes dois pontos representam a realização do desafio que se coloca para todos nós, ou seja, a vida em nova dimensão. O tempo como conhecemos deixará de ser nossa referência, como já aponta a física quântica. Quanto às páginas da vida em branco, esta sugere que já não mais escreveremos a história da forma como o temos feito. Iniciaremos a escrita em nova forma, ainda não utilizado por nós, razão pela qual não aparece no Livro Secreto de Nostradamus.
Que assim seja! Um Feliz Ano Novo para todos!!!
Abraços
Walter
Lembro que quando criança, ao pensar no futuro, a minha matemática temporal quanto ao futuro considerava sempre o ano de 2000. Este, associado com o final dos tempos, era o limiar da minha imaginação, do meu planejamento. E ele acabou chegando, mais rapidamente do que eu imaginava, não trazendo consigo a tão sombria ameaça do fim do mundo.
Mas agora, já há alguns anos, convivemos com uma nova referência para esta possibilidade, o fim do mundo, desta feita mais exata e muito, muito mais próxima, está definido para muitos para 21 de dezembro de 2012. Com origem em evento astronômico, o alinhamento do sol com o centro da nossa Galáxia Via Láctea, fato que ocorre a cada 26 mil anos, a previsão com seus eventos associados são abordados de forma bastante heterodoxa, pois para o mesmo caldeirão de pretensa fundamentação, são trazidos indicativos do Calendário Maia, das Profecias de Nostradamus, do chamado Código Bíblico e também o do Web Bot, um projeto baseado na Internet, entre outros. Não considerando a natureza do que ocorrerá, já que não existe concordância quanto a isto, o fato é que esta previsão catalisa a percepção coletiva de que uma grande mudança é iminente.
E você, qual a sua opinião? Já pensou sobre este assunto? Você acredita e considera a hipótese de que passaremos por uma crise de dimensões globais e conseqüências catastróficas, ainda que não necessariamente no dia 21 de dezembro de 2012? Ou você acredita que serão encontradas soluções para os graves problemas que o mundo enfrenta atualmente?
Pessoalmente acredito que estamos vivendo realmente no limiar de uma grande mudança. Utilizando como analogia a trágica viagem do Titanic, acredito que apesar da mesma forma, ou seja, de já termos enxergado o iceberg no horizonte, infelizmente não conseguiremos evitar o desastre. É como se o mundo seguisse em piloto automático, com a nossa total conivência e impotência.
A analogia com o Titanic sugere também que nós, nesta etapa somos apenas passageiros quando considerado o destino do mundo. Apesar da vida efervecente dentro do navio, que se constitui quase como fim em si mesmo, nada ou quase nada é dito de forma clara e direta sobre a proximidade do desastre, ou seja, o destino do mundo. Diante dele e da grandeza da sua dimensão, somos levados a crer que trata-se apenas de turbulências normais de viagem. Portanto, vivemos com a perspectiva de dois destinos que se entrelaçam. O maior e determinante, o do mundo, e o nosso pessoal, construído dentro dos limites e de acordo com as possibilidades definidas pelo cenário maior. E esta é uma sensação que nos acompanha constantemente, ou seja, que apesar de podermos alterar em parte o nosso destino pessoal, estamos sujeitos a impactos de um destino que foge ao nosso controle. Em tempos de mares calmos, desfrutamos de tudo que o "viver no mundo" pode nos oferecer. Mas o poder do destino do mundo e seus riscos, vivenciamos apenas em tempos de mares revoltos, como os tempos de guerra e de crise, este último o nosso caso.
Num cenário mais amplo ainda, a partir do conhecimento que acumulamos pela ciência, temos que considerar outras duas dimensões, com destinos próprios, como determinantes para nossa existência. De um lado a dimensão da Terra como planeta, com seus ciclos climáticos, geológicos, magnéticos; e de outro a do Universo, também com seus ciclos de formação de galáxias, estrelas, movimentação de sóis, planetas, cometas e asteróides.
Estando todos entrelaçados, influenciando-se mutuamente, estas diferentes dimensões com seus respectivos destinos diferem basicamente quanto ao tempo de realização dos ciclos de cada uma delas, sendo o de menor duração o individual, a história de vida de cada um de nós, nada mais do que um pequeno, muito pequeno suspiro quando considerado o tempo do Universo.
Curiosamente a referência para o fim dos tempos em 21 de dezembro de 2012, considera todas estas dimensões de destino citadas, que se encadeiam e se influenciam em escala, razão provável da nossa atração por esta data. O alinhamento galáctico (destino do universo) gera impactos naturais sobre a terra (destino da terra), que aceleram a crise que atinge nossa civilização, em estágio de alta fragilidade, desestruturando o mundo como o conhecemos (destino do mundo) e por decorrência colocando em risco o destino pessoal de cada um de nós (destino individual).
Mas mesmo diante deste cenário, que pode ser percebido e entendido como apenas mais um capítulo da história da humanidade, ou pela perspectiva pessoal, como catastrófico, é quase certo que teremos o dia seguinte, mais ou menos difícil. O desafio reside em trabalharmos na construção de um novo navio (mundo), que levará a humanidade a um novo destino. Temos que estar preparados para garantir que como náufragos, mesmo diante das maiores dificuldades, seremos capazes de levar à terra firme nossos mais preciosos tesouros, que são incontáveis, frutos da ação humana durante milênios.
Algumas coisas são certas para o dia seguinte. Nós teremos de passar a existir em outra dimensão. Teremos que inverter a pirâmide, deixando de lado a nossa natureza menor, animal, passando a assumir de fato, a dimensão das possibilidades maiores da nossa existência. Teremos que harmonizar as menores ações com os maiores objetivos, enxergar a existência do ser humano dentro do cenário do Universo, harmonizando esta com tudo mais. Em outras palavras, teremos que deixar de lado a adolescência da nossa espécie para assumirmos a maturidade da humanidade, pois de fato, é extremamente limitada a perspectiva na qual vivemos atualmente, apesar de toda grandeza aparente.
Em 1994 foi encontrado na Itália um livro datado de 1629, conhecido como o Livro Secreto de Nostradamus. O livro é composto de 07 ilustrações, que segundo intérpretes, culmina com os fatos que acontecerão em 2012. Dentro da perspectiva em que entendemos o futuro, duas coisas chamam a atenção na última ilustração. De um lado, a roda do tempo, que já não tem os seus raios, e de outro, o livro da vida, já sem qualquer escrita, com as páginas em branco. No meu entender estes dois pontos representam a realização do desafio que se coloca para todos nós, ou seja, a vida em nova dimensão. O tempo como conhecemos deixará de ser nossa referência, como já aponta a física quântica. Quanto às páginas da vida em branco, esta sugere que já não mais escreveremos a história da forma como o temos feito. Iniciaremos a escrita em nova forma, ainda não utilizado por nós, razão pela qual não aparece no Livro Secreto de Nostradamus.
Que assim seja! Um Feliz Ano Novo para todos!!!
Abraços
Walter
Walter, concordo com tudo o que está escrito, porém temos uma resistência educacional que não nos permite mergulhar para enxergar o iceberg, somos educados, principalmente no Brasil , para ficarmos no aconchego do navio.Pra mim , que convivo com você , ja nao soa tão desconhecido o novo mundo, porém ainda é dificil , pois exige que eu abra mão de certas coisas, tenho medo de cair no vazio existencial. Admito que tenho passado por mudanças internas profundas, mas ainda preciso vencer a minha raiz capricorniana . Hoje fui ler o astrólogo Quiroga e ele fala exatamente a mesma linguagem que você, conselho para Janeiro:
ResponderExcluir- Antes de termos capacidade de enxergar que a transformação que se opera no mundo só poderia nos beneficiar, não apenas a nós, atualmente existentes, mas principalmente às futuras gerações, antes de podermos enxergar isso enxergaremos com maior clareza todas as limitações e o produto de nossos erros passados. Isso não será punição, mas oportunidade de fazermos os devidos ajustes e compensações para assim aproveitarmos melhor a ajuda que os seres espirituais nos oferecem.
Parabéns pelo seu texto e superação é sem dúvida a palavra mais correta a ser aplicada a nós, meros moradores do planeta terra.
beijos
A Bíblia é a Palavra de Deus! Nela é descrito o passado, o presente e o futuro, e o que é mais importante: a fé absolutamente necessária em Jesus Cristo. Para compreender isso não necessitamos de nenhum "Código da Bíblia" especial, mas sim do novo nascimento e da orientação do Espírito Santo. Jesus disse em João 3.3: "...se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus." E em 1 Coríntios 2.10-12 lemos: "Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus. Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito que nele está? Assim, também as coisas de Deus ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus. Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, e sim o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente."
ResponderExcluir(Norbert Lieth
Oiii !!!!
ResponderExcluirSinceramente, acho isso tudo muito possível, porém muito pequeno. O problema de todos nós é que vivemos nesse mundo e para esse mundo.
Hoje eu consigo entender que tanto faz o que aconteça ou deixe de acontecer, o que vc alcance nessa vida ou deixe de alcançar, o que tenha ou deixe de ter...
Nosso objetivo aqui é puro e simplesmente o que vc é e o que poderá ser diante das realidades que vc vive. Se é rico, como se comporta diante da riqueza, se é pobre como encara a pobreza, se é ignorante o que faz para buscar conhecimento, se tem muito conhecimento como compartilha ou deixa de fazê-lo.
Enfim, esse é nosso verdadeiro objetivo nessa vida, pois será através do que vc vai se tornar através das oportunidades dessa vida é que definirá que vida realmente irá ter para toda eternidade.
Essa sim é nossa verdadeira vida. A eterna.
E precisamos viver, de maneira tal que tenhamos a certeza ou ao menos esperança de que alcançaremos nossa verdadeira VIDA !!!!
Beijos querido !!!
walter rischbieter - escutei seu programa na radio mundial 12.03.11, concordo piamente com vc, continue conscientizando seus ouvintes, vc falou com o coração,e muito especial, precisamos
ResponderExcluirde pessoas maravilhosas com vc irradiando luz e espiritualidade. Um grande abraço, Fabio Bradna,12.03.11,